O background eu achei no photobucket e a foto foi no photobooth. Já a música é da Why Do You Let Me Stay Here, a primeira música do She and Him que eu ouvi.
sábado, 12 de março de 2011
Tão doce como uma Deschanel
Eu estava tentando fazer um novo marca páginas xodó (porque o lindo que eu tinha da Capricho de cinco anos atrás eu esqueci em um livro que eu deixei na biblioteca) e ia editar essa foto para fazê-lo e eu gostei tanto do resultado que resolvi que esse seria meu próximo cabeçalho. Enquanto eu pensava no que combinaria mais com quatro lindas Zooeys me venho na cabeça: cupcakes! Que eu também tenho desenhado muito nos últimos dias (só desenhos, não desenhos bons). Não tô feliz com o resultado, mas acho que ficou bem bonito.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Relatos de uma caloura
O trote do meu curso foi no dia da matricula e foi pintar a cara de tinta (que eu não participei porque sou alérgica a guache) e pedir dinheiro pra comprar bebida (em que eu só pedi o dinheiro porque eu não bebo nem álcool, nem refrigerante). Depois disso, meus colegas calouros e veteranos começaram a se socializar pela comunidade do orkut do curso, e eu que só uso orkut pra baixar seriados e stalkear algumas pessoas ainda fiquei sem internet durante um bom tempo. No prédio em que eu tenho aula tem um andar inteiro reservado pro curso de desing, e as pessoas que fazem desing são tão mais lindas (Se eu tivesse talento desistia de letras e ia ser caloura deles no próximo ano), e o elevador de lá é muito velho e também não há escadas, são rampas quase retas e a maioria das minhas aulas são no décimo primeiro andar e eu sou obrigada a usar o elevador e esconder a cara de pânico por medo que aquilo caia/trave/exploda. Todo mundo lá já se encontrou e viraram amigos mas nenhum deles me dá atenção ou parece querer ser meus amigos. Não senti faísca nenhuma nessa primeira semana mas ainda não vou abandonar porque tem um cara que sempre senta do meu lado que já tem ums 30 e poucos anos e é formado em direito e trabalha na advocacia de um banco mas tá fazendo letras porque era o grande sonho dele. Vamos dar mais uns seis, sete meses. E faíscas surjam porque eu detesto começar uma coisa e parar (apesar de fazer isso frequentemente)
segunda-feira, 7 de março de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
Tu tá errado, Badauí
Quando eu era uma adolescente que queria ser punk uma das minhas maiores decepções era que em praticamente todas as letras das bandas de hardcore que eu gostava dizia pra só se arrepender daquilo que você não fez. Isso me frustava porque eu, no auge dos meus treze anos, já me arrependia de muita coisa, coisas grandes e pequenas. E na verdade não há nada de errado nisso. A cada vez que eu me arrependo quer dizer que eu voltei aquele momento, pensei sobre aquilo, observei as opções que eu poderia ter feito, o que poderia ter me levado pra outro lugar e é com essa analise que eu aprendo, que eu cresço. Então eu vou me arrepender do que eu já fiz, pra não me arrepender do que eu ainda terei que fazer.
Esse post surgiu enquanto eu assistia a uma reprise de um show ao vivo do cpm 22 na mtv.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Pessoas insignificantes
Eu assistia filmes e seriados e nunca conseguia me ver como protagonista de uma história como aquelas. Eu seria a terceira menina a morrer em um filme de terror, aquela que você nem decora o nome e a morta dela só serve pra alertar os personagens principais que estão sendo perseguidos por um psicopata ou então uma menina que toda vez que aparece em um episódio você tem que se esforçar muito pra lembrar do nome dela.
Nos últimos anos tem sido lançado muitos filmes filmados em primeira pessoa e eu acho isso genial. Uma história de alguém que é só uma vitima não o causador, de pessoas que não sabem o que tá acontecendo e nem vão saber. Como na vida real, as coisas simplesmente acontecem, não haveria um ser mais velho dando motivos verdadeiros e lições sobre coisas que você vai viver ainda. Esse tipo de filme me faz pensar que eu poderia ter um valor, que em algum momento a minha história seria contada. Quem sabe algum dia o que eu vivi seria inspirador pra alguma pessoa.
O problema é que são poucos que conseguem ver essa beleza e eu tenho que me deparar com comentários como esse que me fazem a retomar o pensamento que eu sou um nada. E que ninguém tem interesse em mim.
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