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quinta-feira, 31 de março de 2011

The world keeps running out and out

Hoje eu fui atrás de um sebo que eu sabia que existia e mais ou menos a sua localização mas acabei me perdendo em Curitiba (isso que dá ser roceira) e passei perto donde eu fazia o pré vestibular.
Tudo lá está diferente. O grande muro laranja foi pintado. O pequeno sebo que tinha lá perto não existe mais. A reforma do prédio que ficava na esquina foi concluida e não tem mais o andaime pelo qual eu jamais passei por baixo (além do medo de cair qualquer coisa, andaime é meio que uma escada em maior escala e passar debaixo de escadas dá azar), a atendente simpática que nos vendia pão de queijo não trabalha mais lá, a lanchonete em que eu tomava suco de açaí toda sexta fechou...
A única que continuava a mesma era eu, sempre com cara de quem ainda não encontrou o quer.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Tu tá errado, Badauí

Quando eu era uma adolescente que queria ser punk uma das minhas maiores decepções era que em praticamente todas as letras das bandas de hardcore que eu gostava dizia pra só se arrepender daquilo que você não fez. Isso me frustava porque eu, no auge dos meus treze anos, já me arrependia de muita coisa, coisas grandes e pequenas. E na verdade não há nada de errado nisso. A cada vez que eu me arrependo quer dizer que eu voltei aquele momento, pensei sobre aquilo, observei as opções que eu poderia ter feito, o que poderia ter me levado pra outro lugar e é com essa analise que eu aprendo, que eu cresço. Então eu vou me arrepender do que eu já fiz, pra não me arrepender do que eu ainda terei que fazer.


Esse post surgiu enquanto eu assistia a uma reprise de um show ao vivo do cpm 22 na mtv.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Das frustrações da minha vida

Sexta-feira eu fui patinar no gelo com a minha amiga. Essa minha amiga é apenas 5 centimetros menor que eu e eu e ela somos as mais baixinha entre a turma que a gente anda. Ela pediu o patins número 34 enquanto eu, moça de apenas 1,63 de altura, tive de usar um 40 e aguentar o olhar espantado da menina que me ajudou a colocar os equipamentos de segurança.

sábado, 27 de novembro de 2010

Toda Problemática no Momento

Todo mês ela vem. Me acorda mais cedo do que o normal e fica ali, do meu ladinho. E fica, durante dez dias qualquer atitude que eu tome tem uma carga extra de impulsividade e melancolia.
Fica ainda pior nos ultimos dias, quando ela tem que ir embora. Ela vai mas não me abandona. Me leva a situações em que normalmente eu não me colocaria e passo o resto do mês me contorcendo pelo o que fiz e a amaldiçoando porque sei que, daqui a algumas semanas, ela volta.
Pra quem gosta de viver emoções fortes e não ter o controle da sua própria vida (o que não é o meu caso) eu estou a doando. Não preciso dela, Não quero mais ela.